10 Livros preferidos por Eles - de Hitler a Bill Gates

Atualizado: Jul 28


Do gênio do mal ao gênio que mudou nossas vidas com o Windows e seus softwares todos tem algo em comum: Livros que marcaram suas vidas. Começando com o mais temível nome da história, o homem que fez o mundo mergulhar em sangue e terror Adolf Hitler ao brilhante e generoso Bill Gates que não só contribuiu para nosso crescimento como espécie inteligente com o que criou como também doou cerca de 35 bilhões de dólares de sua fortuna, ajudando muita, mas muita gente mesmo. Preparem-se leitores e deliciem-se por que tem livro na lista que você pode comprar clicando nas capas.




Adolf Hitler






Berlim de Max Osborn


Em tempos de intempéries o soldado-raso Hitler estava entediado em meio a Primeira Guerra, as chuvas haviam parado a Guerra; protegido por uma boa distância das fronteiras Hitler andou alguns quilômetros até a cidade de Fournes e adquiriu um volume de história arquitetônica - Berlim de Max Osborn, o que tornou um dos seus livros prediletos entre outros, infelizmente o livro só tem a versão em alemão.








Winston Churchill



A Máquina do Tempo, HG Wells

Churchill chamou de “um livro maravilhoso, da mesma classe que as Viagens de Gulliver. É um dos livros que eu gostaria de levar comigo ao Purga-tório.” Fascinado pela tecnologia de armas de ponta, Churchill desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento do tanque - uma invenção que Wells havia antecipado em um conto. Como Wells, Churchill se propôs a oferecer previsões científicas, e algumas delas estavam corretas: ele previu a bomba atômica e as aves atingidas por hormônios, entre outros horrores modernos.



Albert Einstein







Dom Quixote de La Mancha – Miguel de Cervantes

Sem dúvida considerado um dos indivíduos mais brilhantes que já viveram, Albert Einstein não se tornou tão realizado no vácuo. O físico aprendeu com as melhores mentes da história, como é evidenciado pelo seu apetite voraz pela leitura e sua extensa coleção de livros pessoais. Einstein lia muitos livros de filosofia e científicos, mas um dos livros que era o seu xodó era Dom Quixote, o livro de ficção mais vendido de todos os tempos, aliás temos artigo falando um pouco dos segredos do livro.









Getúlio Vargas





Inocência – Visconde Taunay


Chegamos enfim em um grande brasileiro. Vargas era ávido leitor – não apenas lia qualquer documento na íntegra antes de registrar a sua assinatura, como a leitura, no geral, era o relaxamento quase diário. Há inúmeras passagens em que ele se refere às leituras, visitas a bibliotecas e Exposições do Livro realizadas no Brasil, como as da Argentina, do Uruguai, e a do Livro Americano em seu Diário. Igualmente, gostava de assistir filmes norte-americanos e jogar golfe, mas eram os livros o seu passatempo preferido. Sua biblioteca particular contempla clássicos da Literatura, Biografias, Direito, História e outros assuntos. Ironicamente, não encontramos nenhuma fotografia de Getúlio Vargas com um livro em mãos, até o momento. A narrativa de Inocência possui suas dualidades. Por um lado é suave, proporciona uma sensação curiosa. Uma ponta de curiosidade que se instala na cabeça do leitor que estará sempre indagando qual será o final daquela situação em que os protagonistas se encontram. Por outro lado, o começo da obra é composto por um capítulo no qual o autor descreve o espaço onde a narrativa será encontrada. Em tal, encontra-se certa oposição à suavidade tão presente na história de Inocência e Cirino. Os vocábulos encontrados nesse trecho são típicos da região de Santana do Paranaíba.

Carlos Drummond de Andrade









O Cemitério Marinho – Paul Valéry

Carlos Drummond tinha um grande conhecimento de poesia e sua leitura eram abrangentes, mas um dos livros preferidos de Drummond era O Cemitério Marinho de Paul Valéry. Ambroise-Paul-Toussaint-Jules Valéry foi um filósofo, escritor e poeta francês da escola simbolista cujos escritos incluem interesses em matemática, filosofia e música.














Mahatma Gandhi



Um conto de duas cidades”, de Charles Dickens

Nascido e criado em uma família hindu no litoral de Guzerate, oeste da Índia, e formado em direito no Inner Temple, Londres, Gandhi empregou pela primeira vez a desobediência civil não-violenta como advogado expatriado na África do Sul, na luta da comunidade indígena pelos direitos civis. Após seu retorno à Índia em 1915, ele começou a organizar camponeses, agricultores e trabalhadores urbanos para protestar contra o imposto sobre a terra e a discriminação excessiva. Assumindo a liderança do Congresso Nacional Indiano em 1921, Gandhi liderou campanhas nacionais para várias causas sociais e para alcançar o Swaraj ou o autogoverno.

Uma das obras mais famosas de Dickens, as comparações e contrastes são entrelaçados em sua assinatura e estilo magistral. A história das capitais de duas casas nacionais, Inglaterra e França, é contada lado a lado com uma representação de dois homens que diferem muito em caráter e perspectiva: serviço versus eu. O fator unificador, além da impressionante semelhança física, é que ambos amam uma mulher francesa (Lucie Manette) que influencia os outros a serem melhores do que pensam que podem ser - e que é muito superior aos Defarges sedentos de sangue.





Muhammad Ali




Alcorão – Profeta Maomé e Mansour Challita


Ali era por si só uma grande história que poucos livros ousaram. Embora tenha lido outros livros, sem dúvida Ali tinha o Alcorão em primeiro lugar. Se tem um povo que vê em Muhammad Ali a personificação de um verdadeiro herói, esse é o povo muçulmano. Batizado como Cassius Clay ao nascer, Ali adotou o nome do profeta Maomé (em árabe) em 1964, quando se converteu ao islamismo - uma religião estranha à maioria dos americanos, em uma sociedade então fortemente marcada pela segregação racial. A mudança aconteceu na mesma época que ele conquistou o posto de campeão mundial peso-pesado no boxe, ao derrotar Sonny Liston.




Elvis Presley




A Vida Impessoal – Joseph S. Benner

Durante sua vida, Elvis leu mais de 1.000 livros, principalmente sobre tópicos espirituais (embora ele tenha lido todos os tipos de livros, incluindo toda uma biblioteca médica). A maioria de seus livros tinha notas de rodapé em sua caligrafia. Elvis era o aluno consumado do ensino superior.

Pouco antes de sua morte, Elvis havia dado a seu amigo, Wanda June Hill, uma lista de seus livros favoritos, dizendo a ela que, se ela não fizesse mais nada em sua vida, deveria ler esses livros.

O preferido era a Vida Impessoal que deu um sentido maios a Elvis na compreensão de Deus.







Steven Spielberg




O Último dos Moicanos”, de James Fenimore Cooper


Spielberg é o diretor que tem mais filmes na lista dos 100 Melhores Filmes Americanos de Todos os Tempos, feita pelo American Film Institute. É considerado um dos cineastas mais populares e influentes da história do cinema.[3] Até o momento, o rendimento bruto de todos os seus filmes, em todo o mundo, é de mais de US$ 8,5 bilhões de dólares. A Forbes calcula a riqueza de Spielberg em US$ 3,6 bilhões de dólares.

Os livros devem ter ajudado e muito sua criatividade. Spielberg tem esse romance como seu favorito. Antes do filme se tornar famoso neste século, o trabalho histórico de Cooper colocou a ficção americana no mapa da história. Situada na época da Guerra da França e da Índia, abundam contrastes entre britânicos da alta sociedade, homens de fronteira e duas tribos nativas americanas. Entre cenas de captura e perseguição, o Fort William Henry se destaca como um símbolo de segurança e defesa. No entanto, o racismo oculto surge, juntamente com questões de casamento e família, e o sacrifício que acompanha a filiação tribal.






Bill Gates




O apanhador no campo de centeio


Leitor assumido de 50 livros por ano, Bill Gates é conhecido principalmente pela enorme fortuna adquirida com a criação de sua empresa, a Microsoft. Mas sua mente voraz e insaciável pode nos ajudar a entender como ele a conquistou - e nos inspirar a seguir os mesmos passos para o sucesso.

O apanhador no campo de centeio é, sem dúvida, uma obra clássica da literatura americana e é muito popular nas listas dos "10 melhores livros". Este romance foi o auge da carreira de JD Salinger, pois, depois de publicado, ele decidiu viver a vida de um eremita. O personagem principal é um aluno expulso chamado Holden Caulfield, o livro é uma história em primeira pessoa escrita na linguagem estilizada. Embora ele tenha apenas 16 anos, ele encontra muitos eventos que tendem a impedir os adultos. O apanhador no campo de centeio é sobre uma juventude da década de 1960, mas ainda é real hoje.

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